quinta-feira, 3 de março de 2011

08 de março dia internacional da mulher: “Ô abre alas que as mulheres vão passar!”

 O dia internacional das mulheres não se trata de um dia para flores e presentes, mas um dia de luta, porque para que tenhamos uma sociedade mais justa, igualitária é necessário lutarmos pela emancipação da mulher e ainda há muito a fazer: as mulheres ainda sofrem com a jornada dupla de trabalho, são vistas como responsáveis por tarefas do lar; são maioria fora da escola e do mercado de trabalho; recebem salários menores que os homens, mesmo desempenhando as mesmas funções; sofrem com a violência doméstica; são vítimas de assédio sexual e moral; a figura feminina é exposta insistentemente como objeto sexual, em especial pela mídia; sofrem ainda com a padronização e culto à beleza; não tem acesso a serviços de saúde de qualidade; são vítimas de discriminação; não tem o direito de decidir sobre o seu próprio corpo, constantemente ameaçado.
Diante disso, é necessário unidade para transformar o sonho da igualdade de gênero e do fim da discriminação da mulher em realidade! Por tanto, convidamos você para, juntamente com a União da Juventude Socialista, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB, a União Brasileira de Mulheres – UBM e Federação de Associações de Moradores do Estado do Piauí – FAMEPI, a fazer nessa sexta-feira (04 de março) às 10 horas um grande ato no cruzamento da Av. Frei Serafim com a Rua Coelho de Resende (próximo Ao hiper bompreço), comemorando o dia da Mulher com muita luta! O ato contará com a presença da bateria do Bloco Barão de Itararé.
  
Outras bandeiras defendidas pelo movimento para as mulheres, são:

• A defesa do desenvolvimento com valorização do trabalho;
• Redução da jornada para 40 horas semanais com igualdade salarial para trabalhadores e trabalhadoras;
• Contra o fator previdenciário no cálculo da aposentadoria;
• Em defesa da reforma agrária com titulação e crédito para a mulher;
• Manutenção e ampliação das políticas públicas que contribuam para romper com as desigualdades entre homens e mulheres;
• Licença maternidade de 180 dias obrigatória e não facultativa;
• Aplicação imediata da Lei Maria da Penha;
• Defesa do Programa Nacional de Direitos Humanos;
Licença maternidade de 180 horas obrigatória e não facultativa
• Escolas e Creches Públicas de boa qualidade.

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