terça-feira, 8 de março de 2011

UBM lembra governo dos compromissos assumidos com as mulheres

Nos marcos do Dia Internacional das Mulheres e os 101 anos da data, a União Brasileira de Mulheres (UBM) reforça a importância da mobilização e união das mulheres brasileiras. Neste 8 de Março o Brasil tem como primeira presidente da República Dilma Rousseff, mas o desafio é lutar para garantir junto ao novo governo os compromissos assumidos com as mulheres e com o povo.

Segundo a entidade, o momento conjuntural de ineditismo instigante da presença de uma mulher pela primeira vez no principal posto político recupera a história e as questões mais importantes da luta pela igualdade de direitos. A UBM defende que, neste novo cenário político, a participação da mulher brasileira é fundamental para a concretização de um novo projeto de nação. “A conquista representada pela eleição de Dilma Rousseff impregna de mais esperança as mulheres brasileiras, discriminadas na política, no trabalho, e que sofrem diariamente a violência doméstica", diz o panfleto da entidade. "Já estivemos presentes em grandes batalhas populares em todos os tempos e lugares, ousando sonhar e construir um mundo diferente, verdadeiramente justo e igualitário. Já demos provas no passado de compromisso democrático quando lutamos por liberdades políticas para o povo brasileiro. No presente, queremos também ser protagonistas do esforço para construir um projeto de nação justa, com amplas oportunidades para toda a população.” Para a UBM, o avanço rumo ao Desenvolvimento Social e Econômico não pode deixar de considerar a situação da mulher. Por isso, a entidade cobrará do governo a ampliação das políticas públicas e também para que estas se transformem em políticas de Estado. “No Brasil, embora registremos conquistas, ainda temos um longo caminho a percorrer. Apesar da conquista da Lei Maria da Penha, ainda vigora a impunidade de assassinos e espancadores, porque a Lei ainda não foi implementada de fato. Estamos unidas no combate a todo tipo de violência e opressão contra as mulheres e meninas”, destaca no documento.

Dia Internacional da Mulher, dia de luta!

segunda-feira, 7 de março de 2011

UJS, CTB, UBM e FAMEPI comemoram o dia Internacional da Mulher

Na manhã da última sexta-feira, dia 04 de março, a UJS juntamente com a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Brasileira de Mulheres (UBM) e a Federação das Associações de Moradores do Piauí (FAMEPI), reuniram-se no cruzamento da Av. Frei Serafim com Coelho de Resende (centro de Teresina) para comemorar o dia Internacional da Mulher.
          As entidades contaram com a presença da bateria do bloco Barão de Itararé, que animou @s presentes e despertou a atenção de quem passava pelo local. A ideia do ato era apresentar à sociedade as principais bandeiras de luta dos movimentos sociais, no tocante à mulher, como a imediata aplicação e difusão da Lei Maria da Penha, o fim da violência e qualquer tipo de opressão contra a mulher, valorização e redução da jornada do trabalho, dentre outras. Para isso, @s manifestantes distribuíram panfletos e bandanas a motoristas e pedestres.

"Queremos aproveitar o clima festivo do Carnaval para lembrar as pessoas sobre temas tão importantes para a sociedade", Elton Arruda, presidente da CTB Piauí.

"O momento é festivo, temos o que comemorar, mas também lembrar que precisamos de outras conquistas e é papel dos movimentos sociais estarem nas ruas lutando por elas", declarou Raiza Lima (à esquerda), diretora de Mulheres da UJS-Pi.
 

Bateria do Bloco Barão de Itararé

O Ato teve fim às 12h30min com muitas palavras de ordem, demonstrando que a luta pela emancipação da mulher, pelo fim da violência, bem como pelas demais bandeiras apresentadas, é uma luta do dia-a-dia de cada militante, de cada mulher e homem que se fez presente nessa grandiosa atividade.
 Militantes da UJS Piauí

quinta-feira, 3 de março de 2011

08 de março dia internacional da mulher: “Ô abre alas que as mulheres vão passar!”

 O dia internacional das mulheres não se trata de um dia para flores e presentes, mas um dia de luta, porque para que tenhamos uma sociedade mais justa, igualitária é necessário lutarmos pela emancipação da mulher e ainda há muito a fazer: as mulheres ainda sofrem com a jornada dupla de trabalho, são vistas como responsáveis por tarefas do lar; são maioria fora da escola e do mercado de trabalho; recebem salários menores que os homens, mesmo desempenhando as mesmas funções; sofrem com a violência doméstica; são vítimas de assédio sexual e moral; a figura feminina é exposta insistentemente como objeto sexual, em especial pela mídia; sofrem ainda com a padronização e culto à beleza; não tem acesso a serviços de saúde de qualidade; são vítimas de discriminação; não tem o direito de decidir sobre o seu próprio corpo, constantemente ameaçado.
Diante disso, é necessário unidade para transformar o sonho da igualdade de gênero e do fim da discriminação da mulher em realidade! Por tanto, convidamos você para, juntamente com a União da Juventude Socialista, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB, a União Brasileira de Mulheres – UBM e Federação de Associações de Moradores do Estado do Piauí – FAMEPI, a fazer nessa sexta-feira (04 de março) às 10 horas um grande ato no cruzamento da Av. Frei Serafim com a Rua Coelho de Resende (próximo Ao hiper bompreço), comemorando o dia da Mulher com muita luta! O ato contará com a presença da bateria do Bloco Barão de Itararé.
  
Outras bandeiras defendidas pelo movimento para as mulheres, são:

• A defesa do desenvolvimento com valorização do trabalho;
• Redução da jornada para 40 horas semanais com igualdade salarial para trabalhadores e trabalhadoras;
• Contra o fator previdenciário no cálculo da aposentadoria;
• Em defesa da reforma agrária com titulação e crédito para a mulher;
• Manutenção e ampliação das políticas públicas que contribuam para romper com as desigualdades entre homens e mulheres;
• Licença maternidade de 180 dias obrigatória e não facultativa;
• Aplicação imediata da Lei Maria da Penha;
• Defesa do Programa Nacional de Direitos Humanos;
Licença maternidade de 180 horas obrigatória e não facultativa
• Escolas e Creches Públicas de boa qualidade.