segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Formas de violência

Violência física é toda ação que produz dano à integridade física da pessoa: tapas, murros, empurrões, pontapés, puxões de cabelo, chicotadas, arranhões, mordeduras; provocar queimaduras; arrancar a roupa, amarrar, arrastar e deixar em lugares desconhecidos; atacar com armas brancas (dar facadas, usar porretes) ou armas de fogo; tentar afogar a vítima; obrigá-la a ingerir drogas ou medicamentos; recusar-se a cuidar e proteger alguém de situações de perigo ou danos evitáveis, entre outras.
Violência sexual é toda ação na qual uma pessoa por meio da força, ameaças, intimidação e mesmo sedução, obriga uma outra a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, da qual o agressor tenta obter gratificação, tais como carícias não desejadas, comportamento indecente, exibicionismo e masturbação forçada; sexo forçado, realizar a força penetração oral, vaginal ou anal com pênis ou objetos; estupros; impedir o uso de anticoncepcionais; obrigar a parceira a fazer sexo com outras pessoas, entre outras.
Violência psicológica é toda ação ou omissão que causa ou visa causar dano emocional e diminuição da auto-estima ou que prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar, controlar as ações da pessoa, seus comportamentos, crenças e decisões. Inclui: ameaças, constrangimento, insultos constantes, humilhação, ser ridicularizada e colocada de lado, receber críticas e comentários maldosos, chantagem, isolamento de amigos e familiares, referências preconceituosas a determinadas condições da pessoa, exploração, negligência, impedir a pessoa de sair de casa ou de sair sozinha. 
Violência patrimonial é qualquer ato destrutivo ou de omissão que afeta o bem-estar e a sobrevivência da pessoa, tais como roubo; destruição parcial ou total de documentos e objetos pessoais ou de trabalho; apropriação indevida de rendimentos, salários, pensões ou outros bens materiais; recusa em pagar pensões ou dividir gastos que devem ser compartilhados.
Assédio moral em local de trabalho é toda e qualquer conduta abusiva manifestada, sobretudo, por meio de comportamentos, palavras, atos, gestos, que possam trazer danos à personalidade, à dignidade ou à integridade física, sexual ou psíquica da pessoa, ou degradar o ambiente de trabalho. O assédio moral é caracterizado por situações humilhantes, constrangedoras, que se repetem durante o dia e, em geral por longo tempo.
Assédio sexual: tem adquirido maior visibilidade nas relações de trabalho com o crescimento da entrada das mulheres no mercado formal de trabalho. A dependência econômica, o receio de ser desacreditada e a vergonha são fatores que impedem a pessoa assediada de denunciar a situação. Com freqüência, o assédio sexual é feito de forma dissimulada, a portas fechadas, com comentários indiretos, sussurros, olhares maliciosos. São práticas características do assédio sexual: atitudes de conotação sexual imposta por pessoa em posição de superioridade - como patrão em relação à empregada - exigência de favores sexuais para manutenção do emprego, aumento de salário ou promoções.
Violência institucional é a violência praticada nas instituições públicas. Por ação ou omissão destas instituições, a pessoa que busca ajuda se vê exposta a situações tais como: peregrinação por diversos serviços até ser atendida; não ser escutada ou acolhida; ser atendida às pressas, de maneira rude ou negligente; não receber informações que ajudem na resolução de seus problemas; não ter sua intimidade preservada; ser julgada e tratada de modo preconceituoso; ser punida por ter praticado algum ato considerado imoral ou criminoso, como é o caso do aborto; ser deixada de lado quando reclama de mau atendimento; ser vítima de agressão, moral, sexual; ser solicitada a pagar por procedimentos que a instituição tem a obrigação de oferecer.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

UMA VIDA SEM VIOLÊNCIA É UM DIREITO DAS MULHERES!

Já Começou!
Do dia 25 de novembro a 10 de dezembro ocorre simultaneamente em vários países a Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. São 16 dias de lutas que englobam 04 datas importantes na luta pela erradicação da violência contra a mulher e pela garantia dos direitos humanos. Entretanto, no Brasil, a campanha começa mais cedo, dia 20 de novembro, tendo em vista a dupla forma de discriminação sofrida pela mulher negra.
A Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma das mais importantes estrategias de mobilização e sensibilização da sociedade para a problemática da violência contra as mulheres que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, é gritante, pois 01 em cada 04 mulheres é vítima de abusos sexuais por seu parceiro, e quase metade das mulheres que morre por homicídio é assassinada por seus parceiros atuais ou anteriores.
Mas a violência contra a mulher e menina vai além de agressão física e sexual, pois a violência contra a mulher é qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na vida pública como na vida privada.
Hoje, 25 de novembro, é o dia internacional da não-violência contra as mulheres e representa o grito de milhões de mulheres que sofrem algum tipo de violência de modo ostensivo e declarado, sutil e invisível, e daqueles que acreditam que essa violência é uma violação dos direitos humanos.
            A UJS-Pi abraça essa campanha pelo fim da violência contra muheres e meninas afirmando que esse problema não diz respeito só a essas mulheres e meninas violentadas, mas a todos que acreditam que uma vida sem violência é um direito de todos e que esse é um grande passo para uma sociedade mais justa e igualitária para nós e para os que virão depois!


De volta!

Gostaria de pedir desculpas pela "ausência" no blog e informar que estamos de volta!
Saudações e vamos à luta!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Juventude, pra não retroceder agora é com você!


         Estamos na reta final dessa que foi, sem dúvida, a campanha eleitoral onde a elite mais massacrou e denegriu a imagem de quem está do lado do povo, de quem visa um país melhor e mais justo para nós e para os que virão depois.
Assim como Lula sofreu preconceito por ser o primeiro homem de classe operária a governar o país, provando ser o CARA que estava no caminho certo, buscando não errar e transformando a vida de milhões de brasileiros, Dilma Rousseff será a primeira mulher a presidir o Brasil e provará que lugar de mulher é também na política e que o nosso gigante continuará mudando ao lado do povo.
Agora juventude, chegou a nossa vez! Vamos juntos provar que as milhões de caras que fazem desse Brasil, um país jovem, são capazes de dizer não ao retrocesso e aprovar um projeto que continuará transformando nossas vidas, buscando uma sociedade mais digna, humana e solidária. Vamos votar naquela que continuará o progresso do governo Lula e que trará mais benefícios para saúde, educação, cultura, infraestrutura, cidadania.
Então galera, pra não retroceder no dia 31 de outubro vamos eleger Dilma Rousseff 13 a primeira presidenta do Brasil!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mulher: Dona de sua vida e de suas escolhas!


Quem foi que disse que dizer sim à legalização do aborto é dizer não à vida?
O número de mulheres, na grande maioria jovem, que morrem por ano no Brasil por causa de abortos inseguros é gritante! Jovens que por não terem dinheiro para fazer aborto em uma clínica particular clandestina, cometem atrocidades e, muitas vezes, morrem na tentativa de exercer seu direito de escolher gerar ou não um filho.
Estudos comprovam que países que proíbem o aborto demonstram que não adianta tratá-lo como crime, pois ele continua acontecendo. Na Suíça e outros países onde houve a descriminalização, o número de aborto caiu. Diante disso, é notório que não é a lei que vai impedir o aborto, mas uma intensa política de planejamento familiar, de conscientização e prevenção da gravidez indesejada Para toda a sociedade, além de educação sexual nas escolas.
Dessa maneira, dizer sim à legalização é admitir que a mulher é dona do próprio corpo e é capaz de fazer suas escolhas, é pensar naquelas que  morrem ao interromper a gravidez de forma insegura, pensar nas crianças indesejadas que são discriminadas desde a gestação e designadas a uma vida cruel é, portanto ser a favor de uma vida digna onde a democracia prevalece.
Diante do exposto acima, é notório a necessidade de dá um basta na criminalização do aborto que acarreta a morte de milhões de mulheres!
Precisamos ser a favor da vida e não aceitar o retrocesso da emancipação da mulher e dizer não ao machismo que, infelizmente, impera em nossa sociedade. Por isso, vamos juntas nessa corrente dizendo sim a uma vida plena e digna, sim à democracia e sim ao direito de escolha, pois somos donas de nossas vidas, portanto sabemos o que queremos dela!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um voto por um país mais justo e igualitário!


Estamos vivenciando um processo crucial para o desenvolvimento pleno de nossas vidas e temos nas mãos o poder de decidir qual rumo nosso país, portanto, nossas vidas irão tomar.
As Mulheres constituem cerca de 52% da população brasileira, portanto o voto feminino fará a diferença para que o Brasil continue no caminho da mudança, elegendo a primeira mulher presidenta do Brasil.
Estão em jogo dois projetos: de um lado, aquele que dará continuidade ao trabalho do governo Lula, que trilha ao lado da esperança, cidadania, solidariedade, humanidade, que respeita os mais humildes, luta pela igualdade e justiça, projeto que fará o Brasil seguir mudando; e de outro lado, o projeto que fará o Brasil retroceder, que não valoriza a juventude e não olha pros mais necessitados.
Diante disso, votaremos em Dilma por sua historia de luta por liberdade e democracia brasileira, pela certeza de que nosso gigante não voltará a ficar de joelhos e que a soberania nacional vigorará. Votaremos pela certeza de que a luta feminina por respeito, cidadania, igualdade e contra qualquer tipo de discriminação e opressão prosseguirá.
Diante do exposto acima, fazemos um chamado para apoiar a candidatura da ministra Dilma Rousseff à presidência do Brasil, pois assim teremos mais democracia e tornaremos nossa sociedade mais justa e igualitária, no caminho certo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nascidas pra lutar!


Somos donas de nossa própria vida, de nosso corpo e de nossas escolhas. Queremos mais saúde, mais educação, mais cultura. Queremos uma vida livre de todas as formas de violência e opressão. Portanto não aceitaremos imposições tampouco nos calaremos diante das injustiças de nossa sociedade, estamos mais vivas, vigilantes e combativas, ainda lutando pelo respeito que merecemos e nos opondo ao velho machismo que insiste em aparecer sob novas formas!
"Se o presente é de luta, o presente nos pertence!"